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10/05/2016

O Prêmio CNH Industrial de Jornalismo Econômico sob o olhar dos vencedores de 2016

A 23ª edição do Prêmio CNH Industrial de Jornalismo Econômico continua sendo um dos assuntos mais falados pelos jornalistas premiados, seja nas redações ou nos encontros profissionais e pessoais. Para saber mais detalhes do que eles andam compartilhando com colegas, amigos e familiares, colocamos os vencedores do outro lado e eles foram os entrevistados do momento.  Com as declarações, comprovamos a emoção, o orgulho e a satisfação de todos os ganhadores. Isso motiva ainda mais toda a equipe organizadora. Veja abaixo os depoimentos.

Cristiane OKPara Cristiane Barbieri, ganhadora da categoria Macroeconomia com a matéria “Os filhos do bolsa família” (revista Época Negócios), vencer foi espetacular. “Fui finalista nas últimas três edições do Prêmio CNH Industrial de Jornalismo Econômico e sempre achei muito importante ter meu trabalho entre os que foram considerados os melhores do país. Afinal de contas, um dos papéis do jornalista é traduzir os movimentos da economia para seus leitores e eu, de alguma maneira, estava cumprindo essa tarefa. O mercado jornalístico atravessa o momento mais crítico de transformação, em que o modelo de negócios não sustenta mais as publicações. No ano passado, mais de 2 mil jornalistas foram demitidos em todo o Brasil. Eu estava entre eles. Meu salário foi considerado alto demais para uma redação que priorizou outro tipo de profissional, com menos experiência. O prêmio da CNH Industrial veio como um sinal de “não desista”. Essa é a melhor profissão do mundo, há demanda por jornalismo profissional de qualidade e é importante continuar persistindo com reportagens que fazem a diferença”, ressaltou.

Antonio

Já o vencedor da categoria Agronegócios, Antônio Melquíades, com a reportagem “Orgânicos na Mesa” (jornal Diário do Nordeste), diz que estar entre os vencedores é conquistar uma prova inconteste de reconhecimento pelo trabalho, quanto mais diante da concorrência recorde, pela tradição e credibilidade do nosso Prêmio. “Esse prêmio é, para muitos, o ‘Oscar’ do jornalismo econômico brasileiro, pois dá oportunidade para os jornalistas terem seus trabalhos evidenciados, em meio a uma rotina de enxugamento nas redações de jornais. Mais do que isso, propicia uma divulgação mais ampla da mensagem retratada na reportagem. No caso, as oportunidades da produção orgânica nacional e os desafios do setor, que são muitos, mas possíveis de superar”, disse.

Bruno

O Especial Comperj, reportagem especial publicada no jornal O Globo, foi vencedor da categoria Construção. O autor, Bruno Rosa, disse estar muito feliz. “Ganhar o Prêmio CNH Industrial de Jornalismo Econômico foi emocionante.  O mais bacana foi ter tido esse reconhecimento com uma matéria especial que fizemos no jornal O Globo, após meses de pesquisa e apuração”, afirmou.

CassiaA repórter Cássia Almeida, também do jornal O Globo, vencedora com a matéria “Anda e Para”, na categoria Transporte, também falou da emoção em receber o prêmio. “O Prêmio CNH Industrial de Jornalismo Econômico é um dos mais cobiçados. Bem direcionado e com mais de duas décadas de existência, já marca o calendário dos jornalistas. A disputa é acirrada, com ênfase na premiação de grandes reportagens de campo. Foi emocionante receber o prêmio este ano. O trabalho sobre mobilidade urbana reuniu uma grande equipe, no Rio (eu e Henrique Gomes Batista), em São Paulo (Roberta Scrivano e João Sorima Neto), Belo Horizonte, Recife (Letícia Lins), Brasília (Danilo Fariello), Londres (Vivian Oswald) e Paris (Fernando Eichenberg), na tentativa de retratar todos os aspectos do tema que envolve produtividade da economia, saúde, bem-estar, segurança. Foi muito bom ter sido premiada com essa série de reportagens, uma verdadeira causa para todos os repórteres envolvidos”, destacou.

Os vencedores das Menções Honrosas também registraram seus olhares e suas alegrias com o reconhecimento. Para Fábio Steinberg, que recebeu a homenagem pela matéria “As cidades do futuro”, publicada na Revista Viagens S/A, ter o seu trabalho reconhecido duas vezes por uma premiação séria e prestigiada é altamente gratificante. “Pelo segundo ano, fui selecionado para receber o Prêmio CNH Industrial de Jornalismo Econômico, desta vez contemplado com uma Menção Honrosa. Receber esse prêmio é um estímulo, uma motivação. Reforça a vontade de continuar a escrever novas matérias e assim contribuir, através de um jornalismo crítico, independente e isento, para o desenvolvimento econômico e social do Brasil”, disse o repórter.

Já para Cassiano Ribeiro, ser finalista do Prêmio CNH Industrial já é motivo de muita alegria e prestígio para quem trabalha com jornalismo econômico, uma área que reúne grandes profissionais. “Nesta edição, tive o prazer de concorrer com duas reportagens e uma delas recebeu menção honrosa, além do troféu. Acredito que foi tão gratificante quanto receber o prêmio em dinheiro. A matéria “Supercana do sertão”, veiculada na revista Globo Rural, tratou do uso da água na agricultura num momento em que o país passava por uma crise hídrica histórica. Depois de ir para o sertão da Bahia e Goiás, mostramos como é possível produzir mais com menos”, ressaltou.

Receber esse tipo de feedback reforça ainda mais a importância que o Prêmio CNH Industrial tem para a imprensa nacional e a força que ele tem para o mercado. Além de ser extremamente gratificante e deixar toda a equipe envolvida em sua produção lisonjeada.

Continue acompanhando o blog. Em breve, as inscrições para a próxima premiação serão abertas. Fique atento às nossas publicações e acompanhe as novidades. Até a 24ª edição!

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