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08/01/2015

Reportagem sobre a importância da educação no desenvolvimento do país, da Revista Conjuntura Econômica, ganha Menção Honrosa

O alto nível das reportagens finalistas da 22ª edição do Prêmio CNH Industrial de Jornalismo Econômico chamou a atenção dos jurados e com razão – o que está sendo comprovado a cada novo post! Assim, conforme já informamos aqui, durante a difícil missão de escolher os vencedores do ano, a comissão julgadora decidiu  entregar três troféus de Menção Honrosa.

Reportagem de capa da Revista Conjuntura Econômica, Multipla Esolha, recebe Menção HonrosaUma das ganhadoras foi a matéria “Múltipla escolha”, publicada na Revista Conjuntura Econômica, escrita por Kalinka Iaquinto e Thais Thimoteo. De forma abrangente e interessante, a reportagem aborda a educação brasileira. Conforme apuraram as repórteres, mesmo com o avanço do acesso à escola e cursos, o país ainda tem falhas na formação, como baixa qualidade de ensino e falta de profissionais qualificados, além de outros pontos que evidenciam a necessidade de mais e melhores investimentos e a reformulação de alguns aspectos do sistema educacional.

A reportagem traz também as boas notícias, como o aumento do reconhecimento sobre a importância da educação. Em pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI), do ano passado, a melhoria da qualidade da educação passou da sétima posição, em 2007,para terceira nas preocupações das pessoas, superada por saúde e combate à violência e à criminalidade.

Paralelamente a isso, a matéria mostra que noranking de produtividade 2013-2014, publicado pelo Fórum Econômico Mundial (na sigla em inglês WEF), o Brasil ficou na 56ª posição entre os 148 países avaliados, atrás de outros latinos como o Chile (34ª) e o Panamá (40ª), por exemplo. Nos primeiros lugares estão Suíça, Cingapura, Finlândia, Alemanha e Estados Unidos. De acordo com a classificação, a má posição de nações como o Brasil se deve a “um nível insuficiente de concorrência e de uma brecha em termos de formação e capacitação, tecnologia e inovação, a qual impede muitas companhias de avançar para atividades de maior valor agregado”.

Como bem informaram as jornalistas, esse cenário mostra a urgência em investir em melhorias nesse campo, em uma gestão, uma política e uma democratização eficiente do processo educacional e em mais fiscalização. Além disso, é necessário levar em consideração os rumos do mercado de trabalho e, principalmente, observar às mudanças promovidas pelo uso ampliado das novas tecnologias.

São os investimentos em capacitação que antecedem os crescimentos econômicos. No entanto, a falta de trabalhadores qualificados no país é um dos principais fatores de redução da competitividade. Assim, conforme destacado no texto, para atingir os níveis de países desenvolvidos o Brasil precisa melhorar o acesso à educação de qualidade, ao mesmo tempo em que deve resolver gargalos de infraestrutura e formação dos trabalhadores com vistas a melhorar a produtividade do país.

Confira a reportagem Múltipla escolha”, da Revista Conjuntura Econômica, conheça detalhes sobre o impacto da educação na produtividade, na redução da desigualdade, na melhoria da renda média e na saída da pobreza. Entenda por que o tema não pode ser tratado isoladamente e deve ser inserido em diversas discussões, valorizado cada vez mais pela população e ser visto como prioridade pelos governos. Após a leitura tudo isso ficará mais claro!

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