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16/01/2015

“Um mundo mais ético”: a reportagem da Exame CEO que ganhou troféu Menção Honrosa

Chamada de capa da Exame CEO da reportagem que recebeu trofeu em Mencao HonrosaA segunda reportagem reconhecida com o troféu Menção Honrosa da 22ª edição do Prêmio CNH Industrial de Jornalismo Econômico foi “Um mundo mais ético”, publicada na Exame CEO. Pelo título já podemos imaginar quantas informações interessantes a reportagem apresenta sobre a realidade mundial e a necessidade de disseminar os valores morais.

A matéria, escrita por Ernesto Yoshida, Melina Costa, Guilherme Manechini, Lucas Rossi, Renan França, João Werner Grando e Mariana Segala, aborda a corrupção, associa o problema como um câncer, que embora mais presente em países pobres é uma doença que não escolhe vítimas e que pode se alastrar de forma incontrolável. O assunto tem sido debatido como nunca em todo o mundo.

Conforme apurou a equipe, o Fórum Econômico Mundial estima que a corrupção seja responsável por perdas de U$ 2,6 trilhões por ano, ou 5% do PIB global. Somente em suborno calcula-se que seja pago U$ um trilhão a cada ano. Em 71 dos 148 países pesquisados em um estudo do Fórum, a corrupção aparece como um dos três principais problemas que prejudicam o ambiente de negócios.

De acordo com a reportagem, além de afastar investidores e minar a competitividade de um país, a corrupção retarda o desenvolvimento ao desviar para contas particulares o dinheiro que poderia ser aplicado em áreas essenciais, como infraestrutura, educação e saúde. O Banco Mundial estima que de 20% a 40% dos recursos destinados pelos países ricos aos países em desenvolvimento a título de doações ou empréstimos são apropriados por funcionários corruptos.

No texto, os jornalistas apresentam as consequências desse grave problema, que aparecem de forma implacável na sociedade. Alguns estudos mostram que a taxa de mortalidade infantil em países com alto nível de corrupção é quase 30% maior do que em nações que mantêm a corrupção sob controle. A proporção de crianças que abandonam a escola nos países mais corruptos é cinco vezes maior do que nos países com baixo grau de corrupção. No fim dessa história, quem mais sofre com a situação é a população pobre.

A boa notícia também é ressaltada: há solução e de prevenção, com bons hábitos e vigilância constante. Um bom exemplo é o caso de dois países vizinhos, que tiveram alguns avanços notáveis nos últimos anos. No ranking de corrupção da organização Transparência Internacional, o Uruguai aparece em 19º lugar e o Chile em 22º lugar entre 177 países. O Brasil, infelizmente, está em 72º lugar. Mas o país dá mostras de que quer deixar a incômoda posição.

Leia a interessante reportagem Um mundo mais ético”, da Exame CEO. Entenda a situação mundial da corrupção, relembre as recentes histórias vivida por diferentes sociedades do mundo, entre fraudes, protestos e afins. Veja os caminhos trilhados por alguns países e empresas no combate ao problema.

A matéria é bastante interessante. Boa leitura!

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